Pai site de namoro

Um homem contratou uma prostituta para ir ao seu quarto de hotel – e atendeu a porta de sua própria filha. Titus Ncube, pai de três filhos casados, desmaiou no chão com choque enquanto sua filha de 20 anos fugiu do hotel em lágrimas. O Sr. Ncube, de Bulawayo, Zimbábue, disse que estava tendo problemas […] Whindersson reage a namoro de Sonza e Vitão: 'Pai tá on desde maio' Humorista resgatou uma publicação de dezembro de 2019, em que ele fazia piada com os nomes da ex-mulher e o artista, após ... Namoro precoce entre jovens gera discussão entre pais e filhos ... 11 Jun 2013 ... E o dia 12 de junho de 2013 será o primeiro Dia dos Namorados para muitos deles. Namorando em casa, os adolescentes Laryssa e Matheus ... g1.globo.com 7/jul/2020 - Pai da noiva, pai do noivo. Noivo e pai. Avôs. todos estes personagens tem um lugar especial no coração das noivas, das mães, familiares e amigos. . Veja mais ideias sobre Noivo, Casamento, Noivado. O nosso site de namoro e serviço de matchmaking ajudam os homens sérios a conhecer as mulheres solteiras lindas e encontrar uma noiva quente do Leste Europeu, como Moldávia, Ucrânia e Rússia. Como conseqüência, há uma chance que uma nova família, na qual podem reinar as relações harmoniosas e o amor verdadeiro. Sites de namoro e encontros do Brasil: O blog de um pai solteiro em sua maneira de entender as relações do mundo em geral : segunda-feira, 12 de julho de 2010 ... Eu estou aberto a viver uma nova fase da minha vida de pai solteiro, procuro um relacionamento sério, pra valer... será que é somente um delírio de amor passageiro? Par Ideal é um site de encontros online onde você pode encontrar, conviver, conhecer milhões de pessoas em todo o mundo, se procura a sua mulher ideal, homem ideal, participe no Par Ideal. Par Ideal é um site de relacionamentos online, onde pode encontrar o seu namorado ou namorada, para encontros sérios, encontros virtuais, encontros liberais, encontros grátis. Posts about Namoro written by noquartodopai. No quarto do Pai 'Mas quando você orar, vá para seu quarto, feche a porta e ore a seu Pai, que está no secreto. Então seu Pai, que vê no secreto, o recompensará.' Mateus 6:6. Saltar para o conteúdo ... Esse texto fala sobre o que é SER UM HOMEM DE VERDADE, ser um homem como Deus diz que é ... Como Pedir Permissão a um Pai para Namorar sua Filha. Pedir aos pais de uma garota permissão para sair pode ser uma experiência aterrorizante. Ela própria pode pedir para você fazer isso. Se já sabe que eles são rígidos demais, é melhor... Pai de Anitta assume namoro durante carnaval: “Relacionamento bem leve” Da Redação. 27/02/2020. EUA sanciona serviço financeiro AIS de Cuba.

Quando conheci minha mulher (na igreja)

2020.08.09 20:00 Consultor_J Quando conheci minha mulher (na igreja)

Quando conheci minha mulher (na igreja), me apaixonei de cara, conversei com ela, fui pedir em namoro para os pais, eles disseram que ela nunca tinha namorado antes e que era virgem. Eu adorei de primeira, nunca tinha namorado uma moça tão pura, mas depois de um tempo, ela começou a agir um pouco estranho, fui investigar um pouquinho e vi no computador dela umas fotos estranhas (depravadas) sem rosto, não achei que era ela, pois nunca tinha visto ela nua, já que iamos casar virgens. Ai tinha um link estranho de um site chamado camalgumacoisa, guardei. Certo dia a noite entrei lá, sou curioso. Vi uma moça com um sorriso muito parecido com o dela, mas enfiando um consolo maior que um PS4 dentro de seu útero. Achei pervertido e fechei. Mas fiquei com isso na cabeça... Fui olhando melhor para o sorriso dela quando estavamos juntos e fui percebendo semelhanças. Ao investigar seu guarda-roupas, achei diversos itens sexuais, mas não liguei, toda mulher tem isso, afinal. Só que um dia, assim, estavamos tomando sorvete e vi que ela chupava de forma mais... erotica... Perguntei se ela fazia isso na frente do computador, brincando. Ela respondeu que sim. Pensei que era brincadeira, mas ela não sorria. Bom, ela me explicou tudo depois disso e entendi que tinha que sustentar a casa, já que o pai dela perdeu o emprego e a mãe trabalha a noite e ganha pouco, então eu entendi. Hoje somos casados e felizes, até tiro as fotos para ela vender os packs e ajeito a camera quando ela tá transando com algum senegalês ao vivo. Confesso que fico excitado.
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2020.07.30 20:23 Jaozim_capixaba_VV Frustração sexual e puritanismo. A má influência da igreja e como ela tem afetado a vida sexual de jovens da sociedade

Edit: aproveito para deixar 2 subs sobre o tema:
exchristian e exReformed (em inglês)

Vou falar sobre meu passado religioso e como isso afetou minha vida sexual.
Exemplos deste puratinismo pode ser visto em blogs como https://naomordamaca.com/ que foi um dos principais sites que eu seguia na adolescencia para buscar a abstinência sexual e me reservar para "a minha escolhida".

As frustrações sexuais são sintomas e não uma causa.
Estes sintomas, incluem a falta de atenção afetiva, de poder se abrir e ser falar com honestidade os seus sentimentos para outra pessoa, de se sentir desejado/a de ter contato físico, carícias e até sexo.
Pode ser que existam diversas causas que levem as pessoas a se isolarem deste tipo de intimidade. Se trancando em suas conhas e criando assim a frustração.
Vou citar um exemplo que destas causas que perdurou por quase toda a minha via (tenho 28 anos)
Para mim, a causa foi ter sido criado em um lar extremamente religioso que moldou minha visão de que sexo (fora do casamento) é pecado, sujo e imundo. Além disso sofri anos de abuso emocional por parte dos meus pais (e ainda sofro com isso).
Uma vez que alguém se encontra em uma situação dessas, é difícil arranjar uma solução fácil. Tem gente que vai pras drogas e sexo/vida loka, mas que acaba sofrendo por que, pra falar a verdade, sexo não é tudo. o que a pessoa buscava era uma alguém que a aceitasse por completo.
Outras pessoas, como eu, passam a se reclusar e a lutar fortemente contra estes instintos sexuais e a negar a própria vontade.
É tipo como você se obrigasse a fazer um jejum intermitente. Exemplo: "comer apenas uma refeição por dia por 5 anos seguidos".
Certamente será danoso para o corpo, vc vai ficar fraco, zonzo, ter anemia, pior desempenho e tudo mais.
Exceto pelos religiosos mais "birutas" (desculpe se ofendi) ninguém vai ficar 5 anos fazendo este tipo de jejum.
Então, voltando ao meu caso (que certamente é compartilhado por algumas pessoas com frustração sexual):
Ao ser criado neste ensino religioso Eu aprendi que:
Isto sem falar nas outras áreas da vida (mas este post já tá gigante)
Observando estes pontos, qualquer um consegue entender por que eu nunca namorei e nunca fiz sexo.
Esta vontade não era minha. eu tinha desejo de buscar felicidade ao lado de uma mulher.
Esta vontade foi imposta a mim (e vários outros jovens da minha igreja. Muitos, ainda virgens e com a minha idade).
Foi inculcada na minha cabeça. Foi uma lavagem cerebral. Também foi defendida por minha mãe.
Logo, eu, com 16 anos, tinha medo de namorar e correr o risco de levar esporro de meus pais. Eu não tinha coragem de levar uma garota pra minha casa. Na verdade, eu raramente levava amigos pra minha casa (mas aí é por causa de outros problemas).
Nestes ultimos 4 anos, eu comecei a mudar
Primeiro, eu fui perdendo a fé nas coisas da igreja de pouco a pouco.
Por incrível que pareça, o motivo não era as coisas que escrevi acima. Eu perdi a fé justamente por ler a bíblia, orar e por ir nas atividades da igreja.
Com a gradativa perda da minha fé. de pouco a pouco, fui reavaliando minhas "filosofias de vida" e todos os conceitos que eu tinha. mutos desses novos conceitos eu adquiri por mídias (livros, tv, algumas músicas) e graças a algumas comunidades no reddit.
Um dos conceitos passados que eu perdi, foi essa "pureza sexual"
Teve várias influencias para isso, mas o anime Dororo (2019) tem uma cena realmente chocante e que me fez realizarr o quão estúpido é isso de dizer que uma mulher que teve vida sexual ativa é nojenta e impura. (mas vou evitar os spoilers)
Presente:
Neste ano, entrei em um grupo do Discord que tinha acabado de ser criado. Grupo pequeno. razoavelmente fechado e certamente seguro (ou seja, tolerancia zero contra trolls)Neste grupo, a galera conversava sobre o tema principal, mas também tinha canais para publicar fotos/selfies em geral.
Decidi publicar uma selfie lá.
Passado uns dias, uma garota de lá disse:"Achei seu cabelo lindo! seria muito estranho se eu dissesse que quero passar a mão nele?"
Aí com mais um tempo de conversa, a gente começou a namorar.
É namoro a distância? é!
Pode ser que dê em nada? Sim! (Foda-se!)
Mas depois de todos estes anos me repreendendo, tentando fugir da realidade. Todos estes anos fugindo dos meus desejos...Eu finalmente estou namorando, me abrindo com uma garota, e vendo ela se abrir comigo (no sentido emocional).
Sinceramente. Estou feliz! Me sinto motivado!Quero mudar pra onde ela mora!
(Na verdade eu já planejava mudar pra lá, Mas agora estou bem mais motivado)
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2020.07.29 20:42 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

(Postei primeiro no desabafos, mas resolvi postar aqui também)
O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.
Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.
A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.
A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha
Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.07.29 20:24 AlvagorH Meus pais acham que eu sou gay

O relato pode ser um pouco longo, mas talvez seja engraçado (ou não).
Pois bem... senta que lá vem história.
Eu sou homem (ah vá), e desde sempre fui muito "sossegado". Não costumo ir pra festas, não bebo, não fumo. Sou bem caseiro e não sou de falar muito. Fui beijar uma menina pela primeira vez (e única desde então), aos 16, quase 17 (vou completar 21 muito em breve). Meus pais ficaram sabendo logo de cara, pois eu virei notícia na escola. O nerdão quieto e ranzinza da sala "pegando" a novinha da outra sala (ela era de um ano anterior ao que eu estava). Uma prima fofoqueira estudava na mesma sala que eu, então a notícia chegou em casa antes de mim.
Até então, eu nunca tinha notado nada de estranho nos meus pais. Eu notava alguns comentários homofóbicos deles as vezes, quando aparecia alguma notícia na televisão. "Ator famoso se declara gay", aí minha mãe "Nossa, que dó. Um homem tão bonito desses ser gay". Ou, no caso do meu pai "Eu tinha um professor que era bicha, mas era muito competente ensinando". Nessa época eu não ligava muito, pois até meados dos meus 14 anos (quando entrei no ensino médio em outra escola e em outra cidade), eu só conhecia duas pessoas que eram homossexuais e assumiam, e eu não gostava deles.
Eram dois caras muito barraqueiros e barulhentos, que zoam todo mundo. Basicamente, é o tipo de comportamento que eu sempre preferi evitar. Eu sou bastante tímido, então ter amigos próximos que chamem a atenção sempre foi bastante negativo pra mim. Logo, durante um bom tempo eu fiz a associação idiota "gays = chatos e barulhentos" e passei a evitar eles. Isso mudou bastante quando eu mudei de escola, onde as pessoas tinham valores bastante diferentes do qual eu estava acostumado. Foi um processo longo, mas o preconceito que eu tinha foi diminuindo aos poucos. Mais ou menos nessa época do ensino médio, eu comecei a me incomodar com os comentários dos meus pais, mas sempre ficava na minha para não causar confusão.
Voltando ao dia que eu perdi o BV. Bom, eu era um adolescente com muita testosterona sobrando e beijei uma menina e pude apalpar uma bunda diferente da minha sem tomar um tapão na cara. Até então, tava tudo indo muito bem. Eu era bastante amigo dessa pessoa antes de ficarmos, então eu já gostava bastante dela e me iludi muito com o rumo das coisas. Pensei que daria certo, que começaríamos a namorar e tal. Até sobre o nome de cachorros a gente falava hahahah.
Mas, a guria tinha outros planos, tava apenas curtindo o momento e logo passou pra outra. Durou um mês e meio ou dois. Então, após um ""chifre"" colossal, já que ela ficou com o ex e passou o rodo na escola ao mesmo tempo em que ficava comigo, a gente parou de se falar. De um jeito imaturo, talvez, pois eu juntei todas as minhas frustrações e joguei na cabeça dela, sendo que ela já havia deixado claro que a gente não tinha nada sério e eu continuava insistindo.
É claro que, graças a minha querida prima fofoqueira, meus pais souberam que eu e a fulaninha não estávamos mais nos falando, e mesmo assim perguntavam sobre ela em toda oportunidade que tinham. Nisso, eu ouvi alguns comentários estranhos da minha mãe, ela dizia que na escola onde eu estava tinham muitas pessoas que namoravam gente do mesmo sexo e eu tinha que tomar cuidado. Eu estranhei, mas como sou lerdo, não entendi na hora, e resolvi conversar sobre isso com um amigo.

Quando eu percebi que as coisas não estavam indo bem (ainda durante aquele mês e meio), eu usava bastante as redes sociais e conheci um cara que aguentou meus desabafos por bastante tempo, sempre me dando conselhos (e umas broncas haha). Eu comentei sobre a fala da minha mãe com ele e ele respondeu "Menino, a sua mãe acha que você é gay". Eu comecei a rir horrores naquela hora, mas também fiquei bastante inconformado. Eu me perguntava "Por que?". Não que isso me afetasse, eu sempre achei graça e vez ou outra eu conto esse fato pra algum amigo. Sempre ficou a incógnita sobre o porque que os meus pais pensavam isso, e ela ainda existe porque recentemente um cara demorou para acreditar que eu não sou gay, e eu e uma amiga rimos muito dessa situação.
Esse amigo que aguentava meus desabafos é gay. É o primeiro amigo homossexual que eu tive e a primeira pessoa sobre quem eu conversei abertamente sobre sexualidade. Ele é bastante interessado por ciência e psicologia, assim como eu, e me ensinou não só o lado social (a experiência dele sendo gay, descobrindo que gostava de homens e toda a confusão que isso gerou na sua infância/adolescência), como o lado científico da coisa, Escala de Kinsey, Freud e afins. Nessas conversas, eu tive a certeza de que sou hétero, mas acabo não me comportando como é esperado de um.
Tenho muitos primos na casa dos 20, quase todos namorando e alguns morando junto e quase casando com alguém. Vão pra festas, bebem, fumam, dão dor de cabeça pra família. As vezes um namoro termina e sempre aparece um agregado novo depois de um tempo, em média eu tenho um "primo" ou "prima" nova por um ano e meio, no máximo dois. Aí, passa alguns meses e o ciclo se repete.
E eu aqui, o primo solteiro que estuda e não traz menina nenhuma pra casa (salvo em raras ocasiões quando a minha melhor amiga aparece aqui) nem nas reuniões de família. O primo estranho que compartilha muitos posts pró-feminismo e contra homofobia. Cansei de ouvir perguntas sobre namoradas vindo de tios e até da minha avó materna.
Acho que algumas pessoas até pensam que eu escondo alguma coisa dos meus pais. Uma vez eu fui em um churrasco na casa de um amigo e a mãe dele me pediu ajuda para fazer uma mistureba alcoólica qualquer, eu disse que não sabia como fazer e ela não acreditou. Meu amigo precisou ser "testemunha" de que eu não bebo nada e que estava lá só pelo churrasco mesmo hahahaha
E aqui, temos duas cerejas nesse bolo.

A primeira é que o meu melhor amigo, o qual eu conheço desde a segunda série, há pelo menos 14 anos, começou a trabalhar na mesma empresa que a minha mãe. Ele é uma pessoa que eu costumo passar bastante tempo junto, já que nós fazemos trilhas de bike (ou fazíamos, antes da pandemia começar). Como a minha cidade tem grandes áreas verdes, essas trilhas demoram porque a gente sempre tenta explorar um caminho novo. Enfim, durante o trabalho dele, por algum motivo surgiu o boato de que ele é gay. Eu não sei nada sobre isso, ele próprio nunca me disse nada, e nós conversamos sobre muita coisa. Mas a minha mãe veio correndo me contar quando esse boato surgiu. Ela deve ter "adorado" somar 1+1 nessa ocasião.

A outra é meu pai. Tão preocupado em fazer comentários e cuidar da sexualidade dos outros, adorador do capitão cloroquina, e outro dia eu precisei fazer algo no celular dele e percebi que tinha uma aba aberta naquele site com X, e na barra de pesquisas estava escrito, adivinhem? "Bicha" hahahahahaha

Bom, como eu disse, não me incomoda o fato de acharem que eu sou gay. Não faz diferença nenhuma pra mim, na verdade, eu faço piada com isso e boa. O que me afeta nessa história é que eu tenho agora muitos amigos que são "Do Vale" e eu sinto que nunca vou poder convidar eles para me visitar aqui em casa. Tenho medo que ouçam alguma merda aqui.
Enfim, é isso. A quarentena está me fazendo sentir a necessidade de desabafar sobre alguns assuntos e esse foi um deles. Obrigado por ler até o final.
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2020.03.01 18:13 arthur_argentino Ontem eu perdi minha virgindade com uma garota de programa...não conaigo parar de pensar sobre isso

Olá,tenho 18 anos.Depois de alguns namoros fracassados,decidi contratar uma garota de programa,daquelas de sites na internet.Ontem fui ate a pousada e fizemos o ato,durante a transa a camisinha estourou,agora estou pensando se eu não vou pegar alguma dst ou coisa assim...além do peso que me veio a consciencia recentemente de ter me aproveitado da viagem do meus pais,eu basicamente fiz porque pensei que me arrependeria se não fizesse isso.
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2020.02.10 15:30 KNWRV Escrevi esse conto e gostaria de um feedback

O funeral
Na estante de madeira, uma coleção de livros; uma televisão sobre a bancada, lâmpada fosca de tungstênio, ele se encontrava deitado sobre o teclado do computador, semi-desperto, na tela do computador se lia: “A vida e a morte de zdweddddddd...”. José Augusto era escritor, vivia de pequenos contos, algumas traduções aqui e outras ali. Dava pra pagar o pequeno apartamento em que vivia. Não tinha mais companhia, terminara com a namorada, o cachorro Tufão morreu há um mês. Vivia, ainda que mal vivia.
Prim,Prim...Ah! Acordou de sobressalto, era aquele maldito telefone, pra quê pagava aquela linha? Ninguém mais ligava ali, bom mas alguém ligava... Foi caminhando zonzo, no andar dos bêbados. Alô! É da casaa do senhor José Augustoo? – falava como se puxasse a última vogal de algumas palavras ou era a ligação- É sim. Quem fala? É Helena, mulher do Leonardo. Do Leonardo? Como ele tá? Já faz muito tempo que eu falei com ele! É assim...humf,humf... ele saiu dessa para uma melhor- disse entre choramingos. Meu deus. O funeral vai ser hoje à tarde, uma da tarde, seria bom se você aparecesse no funeral, ele pediu que eu te entregasse algo. Eu vou sim, claro que vou- falava estupefato- Tá certo... Tá certo. Funerária Jerusalém. Tá certo.
Morto, defunto, funeral... hoje? Uma hora? Mas como? Quando? Ele tava doente? Por que ele não falou nada? Faz o quê? Cinco anos? Seis? Sentou-se consternado, novamente, em frente do computador. Eram oito horas e trinta minutos, depois dessa mórbida conversa sentiu seu lábio rachado como as terras áridas do deserto, levantou-se da cadeira, a visão ficou turva e sentiu uma certa vertigem. Escuridão, tudo negro... morte? Morte? Não, ainda não. Andou meio bambo até a cozinha, retirou uma vasilha de água da geladeira. Bebeu direto dela, os copos estavam sujos. Funerária Jerusalém. Eu vou ter que pesquisar onde fica. Voltou ao quarto em duas passadas, sentou todo afobado, abriu o navegador, digitou no site de busca: Funerária Jerusalém. Descobriu que ficava na rua Azul do bairro que vivia, eram três quadras de distância, iria a pé, estava decidido.
Preto, é claro! Tem que ir de preto. Não poderia ir com a regata branca amarelada e esburacada na altura das axilas e nem mesmo o short florido que trajava no momento. Saiu do cômodo e voou pelo quarto para o armário. Cadê? Cadê? Aqui. Tirou uma amassada camisa do armário. Eu passo? É tenho que passar, mas primeiro a calça. Cadê? Cadê? Aqui! Pegou uma calça negra, mas com um buraco na parte esquerda da calça. Tem outra? Não, não tem. Droga! Jogou a calça e a camisa na cama. Meias? Precisa de meias pretas? Melhor né? Cadê? Cadê? Não tem, branco é tranquilo, é só a meia, pegou o único tênis que tinha; claramente preto. O tênis estava deplorável, a camisa amassada e a calça furada, mas era o que ele tinha.
Tem que passar a camisa... passo? Eu passo... não pra quê? Ninguém vai reparar, ninguém sabe que José Augusto é apenas um fracassado de quarenta anos, ninguém sabe, nem saberá. Que horas são? Olhou o relógio, já eram doze horas, mas já? Quanto tempo foi perdido nas roupas? Talvez uma fenda o tempo se abriu e me sugou para dentro e eu não percebi? Talvez o preto fosse uma espécie de cor sagrada em que o contato possibilitava romper as barreiras da realidade, os questionamentos fluíam da cabeça de José Augusto tomando forma na realidade, enfim concluía sempre seus pensamentos com um: “Hmm... devo escrever uma história sobre isso”. Já eram doze horas, isso lhe era inegável, ainda que tentasse justificar com ideias de ficção científica. É realmente não dá para passar. Voltou à cozinha; abriu a geladeira, tinha um pequeno prato com um pedaço de carne, pegou a margarina, caminhou até o fogão, ligou-o, chama alta, derramou quase toda a margarina na frigideira, fritou o bife, o boi morto ardia no metal, chiando, o som agudo causava certa irritação em seus ouvidos, levou o dedo ao ouvido, evitando o som que em poucos segundos cessou. Cortou um pedaço de pão velho perdido pela cozinha em uma cesta perto da geladeira, pôs a carne nele, comeu em duas mordidas. Tomo banho? Cheirou-se, não havia odor algum, não, só troco de roupa. Voltou ao quarto, trocou o folgado short que usava pela camisa amassada e a calça rasgada. Era hora de ir ao funeral.
Saiu do apartamento, trancou a porta, desceu as escadas, abriu o pequeno portão. Começou a andar no quarteirão, o sol estava queimando, os prédios mais distantes apareciam em formas distorcidas em meio ao calor como se fossem visões de uma realidade que nunca existira. Passou o primeiro cruzamento; faltavam três; uma velha corcunda vestida com um vestido florido e com cabelos brancos que pareciam brilhar em meio ao sol esperava no segundo cruzamento, ela quer atravessar? Ajudar uma velha, eu sou o quê, um escoteiro? Isso é tão ridículo. José confrontava a ideia de ajudar uma velha a atravessar a rua e não fazer nada, não importava sua escolha ambas aos seus olhos lhe pareciam ridículas, a primeira era algo quase que irreal, algo como um drama de uma história sem sal, típicas do seu trabalho de escritor menor; a segunda porque em nada mudaria o destino das estrelas no universo, uma pequena ação em uma rua tão pequena, nada poderia mudar o significado do mundo, porém alguma ação de José Augusto já havia mudado o universo? Ele pesava ambas com cuidado, agindo com uma balança perfeitamente regrada, ele sentia o que cada uma poderia causar: no fim concluiu que ajudar ou não ajudar não importava.
Quem sabe a primeira me compre um lugar no céu. Acreditava no céu? Isso não se sabe, nem ele sabia disse ao certo. José ia à igreja algumas vezes, sabia decorado alguns salmos, o pai-nosso, a ave-maria, credo e mais algumas, o tempo que passara na Eucaristia e em sua Crisma, lhe fora cansativo, porém internalizara bem os comandos de Dona Susana, mas não chegou a concluir se tinha uma fé verdadeira ou imposta, a verdade que nem ele sabia no que acreditava: às vezes se baseava puramente na ciência outras vezes falava de coisas imateriais e justificava com destino e outras coisas assim. Era um ser curioso, um escritor sem muito valor, mas bastante curioso.
Com as dúvidas na cabeça e o sol sobre a cabeça, ele se aproximou da velha corcunda. Senhora quer ajuda? Obrigado, meu filho.- disse abrindo um sorriso com os dentes amarelos, demarcados pela falta de alguns, entre os buracos parecia haver um fogo que ardia de dentro de seu ser. Ele a pegou em sua mão, a mão era fria, como se ele sentisse a mão do falecido que veria no funeral. Cuidadosamente, primeiro um pé e depois um outro, cuidado com os carros. Senhora, não precisa se apressar, vamos devagar. Isso, devagar. A velha somente ficava calada, mostrando seu sorriso furado e amarelo. Enfim atravessaram a rua, com certa lentidão típica daqueles que atravessam para o outro lado da rua. Largou a mão fria já na calçada, olhou os olhos da velha que mais pareciam tragar toda a luz e não emitir nenhuma, desafiando os princípios físicos e disse: A senhora tem que tomar cuidad... Tá falando com quem otário?! Disse um garoto com boné para trás que passava pela rua.
José Augusto desviou seu olhar para o jovem que passou e depois retornou para onde deveria estar a velha, mas ela já não estava mais lá. Olhou para os quatros cantos, a velha desaparecera em meio ao sol quente daquela quinta-feira. Como poeira naquele asfalto, a velha sumira diante do mundo, levada pelo vento quente. Como era de tentar justificar tudo José Augusto formava pensamentos desconexos para tentar compreender aquela história: foi o sol, ele pensava, o calor muda a visão e a realidade, apenas pode ser isso, assim como os prédios distorcidos, a velha não passava de uma distorção da realidade, existem algumas teorias físicas que apontam distorções do espaço-tempo, talvez a velha fosse uma extensão dessas distorções, pensava com a cabeça de um físico teórico. Continuou andando pelas cimentadas ruas, o sol queimava, mas ainda andava com passos firmes, formulando outras teorias sobre as distorções do continuum espaço-tempo. Absorto nessas ideias, ele não percebeu que apesar do sol incidir obliquamente sobre seu corpo, ele não tinha sombra, um fato muito mais curioso, haja visto que a velha caminhava logo atrás dele, sem nenhum som, ou seja seu desaparecimento não valia a pena ser investigado porque já reaparecera. Sob o sol forte, ele, enfim, chegou em frente à funerária, uma casa azul, com algumas flores amarelas na entrada e uma árvore murcha. José entrou fazendo o sinal da cruz.
“José”. Helena, há quanto tempo; Helena usava a típica roupa de viúva; negra, usava um véu sobre a cabeça branco que destoava, mas era o mais típica possível. Havia dois vasos com flores vermelhas na sala, no caixão do defunto, mais flores vermelhas e ao redor vários olhos vermelhos e inchados de choro. Perto do caixão estava a mesma velha corcunda do vestido florido, ela abriu o mesmo desdentado sorriso amarelo e José Augusto atônico, desviou o olhar das chamas que ardiam entres os furos de seu sorriso. O que foi José? Parece que viu um fantasma. Não é nada... não é nada, Helena. Ela tinha o nariz e os olhos verdes avermelhados, possivelmente do choro, pensava José. A idade não havia sido severa com Helena, ela ainda continuava bonita quando nos tempos da juventude. Ela um tanto apressada, com medo de não ter outra oportunidade, ela tirou do bolso uma pequena foto e disse: José, o Leonardo pediu para eu te entregar. Ela então entregou a foto amarelada: José e Leonardo jovens, em tempos de faculdade, sentados sobre o capô de um gol branco, José ria e Leonardo sorria olhando para baixo, o sol incidia sobre o vidro e aquele momento ficou capturado como uma alegre lembrança. Bons tempos, do que será que ele morreu? Eu pergunto? É rápido...ele olhou o nariz vermelho e subitamente sua coragem cedera, não, não pergunto, do que adianta saber, em que isso mudaria a situação?
Ele nunca me contou o porquê de vocês terem brigado, disse Helena com um certo tom de inocência na voz revelando seu inerente desejo de saber o porquê de tão bons amigos terem parado de se falar repentinamente, faz tanto tempo- disse lentamente José Augusto- eu nem lembro o motivo... eu devia ter pedido desculpas, ele olhava para os azulejos à portuguesa do chão. Ele também deveria, disse Helena abrindo um sorriso de complacência, sabendo da personalidade cabeça-dura de seu finado marido. Eles se despediram de uma forma silenciosa, Helena foi receber outros que chegavam, José sentou na cadeira de plástico bamba do canto esquerdo, com a foto na mão direita, que manuseava incessantemente entre os dedos, ele olhava fixamente para o caixão, assim como para a velha. Permaneceu sentando no canto por longos trinta minutos, alheio ao mundo; revivendo o garoto solitário que ficou amigo do garoto popular, dos jovens na faculdade, das alegres brincadeiras e queria lembrar o motivo da briga, mas não lembrava, fixava os olhos cansados sobre a foto, esquecera da velha por um momento, tentava lembrar com todas as suas forças o motivo da briga, mas não lembrava. Revisitando suas diáfanas memórias de amizade e juventude, dos namoros e diversões, de seu melhor amigo improvável, fez com que escorresse, por sua face que já enrugava, uma lágrima, somente uma, mas uma escorreu.
Levantou-se, foi-se embora lentamente, sem ninguém perceber, abriu a porta e saiu da funerária, também fazendo o sinal da cruz. A velha do sorriso amarelo o acompanhou; passou pela árvore murcha e as flores da entrada, sob o sol ainda fervente, voltou ao seu apartamento, alheio ao mundo, despercebendo as mudanças que os prédios sofriam, deixando a forma de prismas retos, para uma forma arredondada e curvada. A velha corcunda que o acompanhava, fazia o papel de sua sombra que inexplicavelmente sumira. José Augusto normalmente iria criar teorias científicas, filosóficas ou qualquer outro motivo para aqueles momentos, porém absorvido no passado que revivia em lembranças não pensava nisso, abriu a porta do seu apartamento que rangeu como um último grito de um moribundo, sentia em seu peito uma necessidade de escrever, sem trocar a roupa, comer ou beber água, encaminhou-se ao escritório, colocou a foto em cima da bancada, sentou em frente ao computador, a velha do sorriso amarelo ficara no canto do cômodo observando-o trabalhar, o seu sorriso era cada vez mais macabro, mas o escritor nada notava, apenas digitava, tudo que sentira naquela revisitação de suas memórias. José Augusto escrevera, até o anoitecer e além, o livro de sua vida: “Duas vozes”, a lua já estava alta e as estrelas cantavam, sentiu um grande sono e caiu sobre o teclado dormindo, com um sorriso escancarado, reconhecendo que escrevera uma obra digna de autores como Proust, Machado e Joyce, quem sabe estaria ele ao lado deles, após aquele livro.
A velha aproximou-se, deu-lhe um abraço e trouxe um pequeno cobertor do quarto para José, por uma última vez ela abriu o sorriso amarelo: É uma história bonita. Parabéns, José Augusto. Disse com sua voz fria e profunda que ecoava em uníssono com o silêncio do quarto frio.
“Duas vozes” virou um sucesso, falava-se dela nas ruas, na tevê, ganhara a aclamação de crítica e público, suas passagens eram recitadas por jovens e velhos e até sua abertura, que para os leitores era tão icônica, virou frase de para-choque de caminhão e tatuagens na pele de muitos que nunca viram o rosto de José Augusto, a frase era mais ou menos assim: “Cuide de suas lembranças, elas são o cemitério que você leva na cabeça”.
“Duas vozes” era claramente uma versão poética de sua amizade com Leonardo e todas as aventuras de infância, juventude e maturidade pelas quais passaram. Os críticos que a aclamaram depois, perceberam facilmente essa criação poética das lembranças e suas semelhanças com a realidade. Assim como destacam que foi escrita na quente quinta-feira do funeral de Leonardo e da morte de José Augusto.
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2020.01.16 01:33 KNWRV O Funeral

Na estante de madeira, uma coleção de livros; uma televisão sobre a bancada, lâmpada fosca de tungstênio, ele se encontrava deitado sobre o teclado do computador, semi-desperto, na tela do computador se lia: “A vida e a morte de zdweddddddd...”. José Augusto era escritor, vivia de pequenos contos, algumas traduções aqui e outras ali. Dava pra pagar o pequeno apartamento em que vivia. Não tinha mais companhia, terminara com a namorada, o cachorro Tufão morreu há um mês. Vivia, ainda que mal vivia.
Prim,Prim...Ah! Acordou de sobressalto, era aquele maldito telefone, pra quê pagava aquela linha? Ninguém mais ligava ali, bom mas alguém ligava... Foi caminhando zonzo, no andar dos bêbados. Alô! É da casaa do senhor José Augustoo? – falava como se puxasse a última vogal de algumas palavras ou era a ligação- É sim. Quem fala? É Helena, mulher do Leonardo. Do Leonardo? Como ele tá? Já faz muito tempo que eu falei com ele! É assim...humf,humf... ele saiu dessa para uma melhor- disse entre choramingos. Meu deus. O funeral vai ser hoje à tarde, uma da tarde, seria bom se você aparecesse no funeral, ele pediu que eu te entregasse algo. Eu vou sim, claro que vou- falava estupefato- Tá certo... Tá certo. Funerária Jerusalém. Tá certo.
Morto, defunto, funeral... hoje? Uma hora? Mas como? Quando? Ele tava doente? Por que ele não falou nada? Faz o quê? Cinco anos? Seis? Sentou-se consternado, novamente, em frente do computador. Eram oito horas e trinta minutos, depois dessa mórbida conversa sentiu seu lábio rachado como as terras áridas do deserto, levantou-se da cadeira, a visão ficou turva e sentiu uma certa vertigem. Escuridão, tudo negro... morte? Morte? Não, ainda não. Andou meio bambo até a cozinha, retirou uma vasilha de água da geladeira. Bebeu direto dela, os copos estavam sujos. Funerária Jerusalém. Eu vou ter que pesquisar onde fica. Voltou ao quarto em duas passadas, sentou todo afobado, abriu o navegador, digitou no site de busca: Funerária Jerusalém. Descobriu que ficava na rua Azul do bairro que vivia, eram três quadras de distância, iria a pé, estava decidido.
Preto, é claro! Tem que ir de preto. Não poderia ir com a regata branca amarelada e esburacada na altura das axilas e nem mesmo o short florido que trajava no momento. Saiu do cômodo e voou pelo quarto para o armário. Cadê? Cadê? Aqui. Tirou uma amassada camisa do armário. Eu passo? É tenho que passar, mas primeiro a calça. Cadê? Cadê? Aqui! Pegou uma calça negra, mas com um buraco na parte esquerda da calça. Tem outra? Não, não tem. Droga! Jogou a calça e a camisa na cama. Meias? Precisa de meias pretas? Melhor né? Cadê? Cadê? Não tem, branco é tranquilo, é só a meia, pegou o único tênis que tinha; claramente preto. O tênis estava deplorável, a camisa amassada e a calça furada, mas era o que ele tinha.
Tem que passar a camisa... passo? Eu passo... não pra quê? Ninguém vai reparar, ninguém sabe que José Augusto é apenas um fracassado de quarenta anos, ninguém sabe, nem saberá. Que horas são? Olhou o relógio, já eram doze horas, mas já? Quanto tempo foi perdido nas roupas? Talvez uma fenda o tempo se abriu e me sugou para dentro e eu não percebi? Talvez o preto fosse uma espécie de cor sagrada em que o contato possibilitava romper as barreiras da realidade, os questionamentos fluíam da cabeça de José Augusto tomando forma na realidade, enfim concluía sempre seus pensamentos com um: “Hmm... devo escrever uma história sobre isso”. Já eram doze horas, isso lhe era inegável, ainda que tentasse justificar com ideias de ficção científica. É realmente não dá para passar. Voltou à cozinha; abriu a geladeira, tinha um pequeno prato com um pedaço de carne, pegou a margarina, caminhou até o fogão, ligou-o, chama alta, derramou quase toda a margarina na frigideira, fritou o bife, o boi morto ardia no metal, chiando, o som agudo causava certa irritação em seus ouvidos, levou o dedo ao ouvido, evitando o som que em poucos segundos cessou. Cortou um pedaço de pão velho perdido pela cozinha em uma cesta perto da geladeira, pôs a carne nele, comeu em duas mordidas. Tomo banho? Cheirou-se, não havia odor algum, não, só troco de roupa. Voltou ao quarto, trocou o folgado short que usava pela camisa amassada e a calça rasgada. Era hora de ir ao funeral.
Saiu do apartamento, trancou a porta, desceu as escadas, abriu o pequeno portão. Começou a andar no quarteirão, o sol estava queimando, os prédios mais distantes apareciam em formas distorcidas em meio ao calor como se fossem visões de uma realidade que nunca existira. Passou o primeiro cruzamento; faltavam três; uma velha corcunda vestida com um vestido florido e com cabelos brancos que pareciam brilhar em meio ao sol esperava no segundo cruzamento, ela quer atravessar? Ajudar uma velha, eu sou o quê, um escoteiro? Isso é tão ridículo. José confrontava a ideia de ajudar uma velha a atravessar a rua e não fazer nada, não importava sua escolha ambas aos seus olhos lhe pareciam ridículas, a primeira era algo quase que irreal, algo como um drama de uma história sem sal, típicas do seu trabalho de escritor menor; a segunda porque em nada mudaria o destino das estrelas no universo, uma pequena ação em uma rua tão pequena, nada poderia mudar o significado do mundo, porém alguma ação de José Augusto já havia mudado o universo? Ele pesava ambas com cuidado, agindo com uma balança perfeitamente regrada, ele sentia o que cada uma poderia causar: no fim concluiu que ajudar ou não ajudar não importava.
Quem sabe a primeira me compre um lugar no céu. Acreditava no céu? Isso não se sabe, nem ele sabia disse ao certo. José ia à igreja algumas vezes, sabia decorado alguns salmos, o pai-nosso, a ave-maria, credo e mais algumas, o tempo que passara na Eucaristia e em sua Crisma, lhe fora cansativo, porém internalizara bem os comandos de Dona Susana, mas não chegou a concluir se tinha uma fé verdadeira ou imposta, a verdade que nem ele sabia no que acreditava: às vezes se baseava puramente na ciência outras vezes falava de coisas imateriais e justificava com destino e outras coisas assim. Era um ser curioso, um escritor sem muito valor, mas bastante curioso.
Com as dúvidas na cabeça e o sol sobre a cabeça, ele se aproximou da velha corcunda. Senhora quer ajuda? Obrigado, meu filho.- disse abrindo um sorriso com os dentes amarelos, demarcados pela falta de alguns, entre os buracos parecia haver um fogo que ardia de dentro de seu ser. Ele a pegou em sua mão, a mão era fria, como se ele sentisse a mão do falecido que veria no funeral. Cuidadosamente, primeiro um pé e depois um outro, cuidado com os carros. Senhora, não precisa se apressar, vamos devagar. Isso, devagar. A velha somente ficava calada, mostrando seu sorriso furado e amarelo. Enfim atravessaram a rua, com certa lentidão típica daqueles que atravessam para o outro lado da rua. Largou a mão fria já na calçada, olhou os olhos da velha que mais pareciam tragar toda a luz e não emitir nenhuma, desafiando os princípios físicos e disse: A senhora tem que tomar cuidad... Tá falando com quem otário?! Disse um garoto com boné para trás que passava pela rua.
José Augusto desviou seu olhar para o jovem que passou e depois retornou para onde deveria estar a velha, mas ela já não estava mais lá. Olhou para os quatros cantos, a velha desaparecera em meio ao sol quente daquela quinta-feira. Como poeira naquele asfalto, a velha sumira diante do mundo, levada pelo vento quente. Como era de tentar justificar tudo José Augusto formava pensamentos desconexos para tentar compreender aquela história: foi o sol, ele pensava, o calor muda a visão e a realidade, apenas pode ser isso, assim como os prédios distorcidos, a velha não passava de uma distorção da realidade, existem algumas teorias físicas que apontam distorções do espaço-tempo, talvez a velha fosse uma extensão dessas distorções, pensava com a cabeça de um físico teórico. Continuou andando pelas cimentadas ruas, o sol queimava, mas ainda andava com passos firmes, formulando outras teorias sobre as distorções do continuum espaço-tempo. Absorto nessas ideias, ele não percebeu que apesar do sol incidir obliquamente sobre seu corpo, ele não tinha sombra, um fato muito mais curioso, haja visto que a velha caminhava logo atrás dele, sem nenhum som, ou seja seu desaparecimento não valia a pena ser investigado porque já reaparecera. Sob o sol forte, ele, enfim, chegou em frente à funerária, uma casa azul, com algumas flores amarelas na entrada e uma árvore murcha. José entrou fazendo o sinal da cruz.
“José”. Helena, há quanto tempo; Helena usava a típica roupa de viúva; negra, usava um véu sobre a cabeça branco que destoava, mas era o mais típica possível. Havia dois vasos com flores vermelhas na sala, no caixão do defunto, mais flores vermelhas e ao redor vários olhos vermelhos e inchados de choro. Perto do caixão estava a mesma velha corcunda do vestido florido, ela abriu o mesmo desdentado sorriso amarelo e José Augusto atônico, desviou o olhar das chamas que ardiam entres os furos de seu sorriso. O que foi José? Parece que viu um fantasma. Não é nada... não é nada, Helena. Ela tinha o nariz e os olhos verdes avermelhados, possivelmente do choro, pensava José. A idade não havia sido severa com Helena, ela ainda continuava bonita quando nos tempos da juventude. Ela um tanto apressada, com medo de não ter outra oportunidade, ela tirou do bolso uma pequena foto e disse: José, o Leonardo pediu para eu te entregar. Ela então entregou a foto amarelada: José e Leonardo jovens, em tempos de faculdade, sentados sobre o capô de um gol branco, José ria e Leonardo sorria olhando para baixo, o sol incidia sobre o vidro e aquele momento ficou capturado como uma alegre lembrança. Bons tempos, do que será que ele morreu? Eu pergunto? É rápido...ele olhou o nariz vermelho e subitamente sua coragem cedera, não, não pergunto, do que adianta saber, em que isso mudaria a situação?
Ele nunca me contou o porquê de vocês terem brigado, disse Helena com um certo tom de inocência na voz revelando seu inerente desejo de saber o porquê de tão bons amigos terem parado de se falar repentinamente, faz tanto tempo- disse lentamente José Augusto- eu nem lembro o motivo... eu devia ter pedido desculpas, ele olhava para os azulejos à portuguesa do chão. Ele também deveria, disse Helena abrindo um sorriso de complacência, sabendo da personalidade cabeça-dura de seu finado marido. Eles se despediram de uma forma silenciosa, Helena foi receber outros que chegavam, José sentou na cadeira de plástico bamba do canto esquerdo, com a foto na mão direita, que manuseava incessantemente entre os dedos, ele olhava fixamente para o caixão, assim como para a velha. Permaneceu sentando no canto por longos trinta minutos, alheio ao mundo; revivendo o garoto solitário que ficou amigo do garoto popular, dos jovens na faculdade, das alegres brincadeiras e queria lembrar o motivo da briga, mas não lembrava, fixava os olhos cansados sobre a foto, esquecera da velha por um momento, tentava lembrar com todas as suas forças o motivo da briga, mas não lembrava. Revisitando suas diáfanas memórias de amizade e juventude, dos namoros e diversões, de seu melhor amigo improvável, fez com que escorresse, por sua face que já enrugava, uma lágrima, somente uma, mas uma escorreu.
Levantou-se, foi-se embora lentamente, sem ninguém perceber, abriu a porta e saiu da funerária, também fazendo o sinal da cruz. A velha do sorriso amarelo o acompanhou; passou pela árvore murcha e as flores da entrada, sob o sol ainda fervente, voltou ao seu apartamento, alheio ao mundo, despercebendo as mudanças que os prédios sofriam, deixando a forma de prismas retos, para uma forma arredondada e curvada. A velha corcunda que o acompanhava, fazia o papel de sua sombra que inexplicavelmente sumira. José Augusto normalmente iria criar teorias científicas, filosóficas ou qualquer outro motivo para aqueles momentos, porém absorvido no passado que revivia em lembranças não pensava nisso, abriu a porta do seu apartamento que rangeu como um último grito de um moribundo, sentia em seu peito uma necessidade de escrever, sem trocar a roupa, comer ou beber água, encaminhou-se ao escritório, colocou a foto em cima da bancada, sentou em frente ao computador, a velha do sorriso amarelo ficara no canto do cômodo observando-o trabalhar, o seu sorriso era cada vez mais macabro, mas o escritor nada notava, apenas digitava, tudo que sentira naquela revisitação de suas memórias. José Augusto escrevera, até o anoitecer e além, o livro de sua vida: “Duas vozes”, a lua já estava alta e as estrelas cantavam, sentiu um grande sono e caiu sobre o teclado dormindo, com um sorriso escancarado, reconhecendo que escrevera uma obra digna de autores como Proust, Machado e Joyce, quem sabe estaria ele ao lado deles, após aquele livro.
A velha aproximou-se, deu-lhe um abraço e trouxe um pequeno cobertor do quarto para José, por uma última vez ela abriu o sorriso amarelo: É uma história bonita. Parabéns, José Augusto. Disse com sua voz fria e profunda que ecoava em uníssono com o silêncio do quarto frio.
“Duas vozes” virou um sucesso, falava-se dela nas ruas, na tevê, ganhara a aclamação de crítica e público, suas passagens eram recitadas por jovens e velhos e até sua abertura, que para os leitores era tão icônica, virou frase de para-choque de caminhão e tatuagens na pele de muitos que nunca viram o rosto de José Augusto, a frase era mais ou menos assim: “Cuide de suas lembranças, elas são o cemitério que você leva na cabeça”.
“Duas vozes” era claramente uma versão poética de sua amizade com Leonardo e todas as aventuras de infância, juventude e maturidade pelas quais passaram. Os críticos que a aclamaram depois, perceberam facilmente essa criação poética das lembranças e suas semelhanças com a realidade. Assim como destacam que foi escrita na quente quinta-feira do funeral de Leonardo e da morte de José Augusto.
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2020.01.10 16:41 KNWRV Vejam oq vcs acham desse meu conto

O funeral
Na estante de madeira, uma coleção de livros; uma televisão sobre a bancada, lâmpada fosca de tungstênio, ele se encontrava deitado sobre o teclado do computador, semi-desperto, na tela do computador se lia: “A vida e a morte de zdweddddddd...”. José Augusto era escritor, vivia de pequenos contos, algumas traduções aqui e outras ali. Dava pra pagar o pequeno apartamento em que vivia. Não tinha mais companhia, terminara com a namorada, o cachorro Tufão morreu há um mês. Vivia, ainda que mal vivia.
Prim,Prim...Ah! Acordou de sobressalto, era aquele maldito telefone, pra quê pagava aquela linha? Ninguém mais ligava ali, bom mas alguém ligava... Foi caminhando zonzo, no andar dos bêbados. Alô! É da casaa do senhor José Augustoo? – falava como se puxasse a última vogal de algumas palavras ou era a ligação- É sim. Quem fala? É Helena, mulher do Leonardo. Do Leonardo? Como ele tá? Já faz muito tempo que eu falei com ele! É assim...humf,humf... ele saiu dessa para uma melhor- disse entre choramingos. Meu deus. O funeral vai ser hoje à tarde, uma da tarde, seria bom se você aparecesse no funeral, ele pediu que eu te entregasse algo. Eu vou sim, claro que vou- falava estupefato- Tá certo... Tá certo. Funerária Jerusalém. Tá certo.
Morto, defunto, funeral... hoje? Uma hora? Mas como? Quando? Ele tava doente? Por que ele não falou nada? Faz o quê? Cinco anos? Seis? Sentou-se consternado, novamente, em frente do computador. Eram oito horas e trinta minutos, depois dessa mórbida conversa sentiu seu lábio rachado como as terras áridas do deserto, levantou-se da cadeira, a visão ficou turva e sentiu uma certa vertigem. Escuridão, tudo negro... morte? Morte? Não, ainda não. Andou meio bambo até a cozinha, retirou uma vasilha de água da geladeira. Bebeu direto dela, os copos estavam sujos. Funerária Jerusalém. Eu vou ter que pesquisar onde fica. Voltou ao quarto em duas passadas, sentou todo afobado, abriu o navegador, digitou no site de busca: Funerária Jerusalém. Descobriu que ficava na rua Azul do bairro que vivia, eram três quadras de distância, iria a pé, estava decidido.
Preto, é claro! Tem que ir de preto. Não poderia ir com a regata branca amarelada e esburacada na altura das axilas e nem mesmo o short florido que trajava no momento. Saiu do cômodo e voou pelo quarto para o armário. Cadê? Cadê? Aqui. Tirou uma amassada camisa do armário. Eu passo? É tenho que passar, mas primeiro a calça. Cadê? Cadê? Aqui! Pegou uma calça negra, mas com um buraco na parte esquerda da calça. Tem outra? Não, não tem. Droga! Jogou a calça e a camisa na cama. Meias? Precisa de meias pretas? Melhor né? Cadê? Cadê? Não tem, branco é tranquilo, é só a meia, pegou o único tênis que tinha; claramente preto. O tênis estava deplorável, a camisa amassada e a calça furada, mas era o que ele tinha.
Tem que passar a camisa... passo? Eu passo... não pra quê? Ninguém vai reparar, ninguém sabe que José Augusto é apenas um fracassado de quarenta anos, ninguém sabe, nem saberá. Que horas são? Olhou o relógio, já eram doze horas, mas já? Quanto tempo foi perdido nas roupas? Talvez uma fenda o tempo se abriu e me sugou para dentro e eu não percebi? Talvez o preto fosse uma espécie de cor sagrada em que o contato possibilitava romper as barreiras da realidade, os questionamentos fluíam da cabeça de José Augusto tomando forma na realidade, enfim concluía sempre seus pensamentos com um: “Hmm... devo escrever uma história sobre isso”. Já eram doze horas, isso lhe era inegável, ainda que tentasse justificar com ideias de ficção científica. É realmente não dá para passar. Voltou à cozinha; abriu a geladeira, tinha um pequeno prato com um pedaço de carne, pegou a margarina, caminhou até o fogão, ligou-o, chama alta, derramou quase toda a margarina na frigideira, fritou o bife, o boi morto ardia no metal, chiando, o som agudo causava certa irritação em seus ouvidos, levou o dedo ao ouvido, evitando o som que em poucos segundos cessou. Cortou um pedaço de pão velho perdido pela cozinha em uma cesta perto da geladeira, pôs a carne nele, comeu em duas mordidas. Tomo banho? Cheirou-se, não havia odor algum, não, só troco de roupa. Voltou ao quarto, trocou o folgado short que usava pela camisa amassada e a calça rasgada. Era hora de ir ao funeral.
Saiu do apartamento, trancou a porta, desceu as escadas, abriu o pequeno portão. Começou a andar no quarteirão, o sol estava queimando, os prédios mais distantes apareciam em formas distorcidas em meio ao calor como se fossem visões de uma realidade que nunca existira. Passou o primeiro cruzamento; faltavam três; uma velha corcunda vestida com um vestido florido e com cabelos brancos que pareciam brilhar em meio ao sol esperava no segundo cruzamento, ela quer atravessar? Ajudar uma velha, eu sou o quê, um escoteiro? Isso é tão ridículo. José confrontava a ideia de ajudar uma velha a atravessar a rua e não fazer nada, não importava sua escolha ambas aos seus olhos lhe pareciam ridículas, a primeira era algo quase que irreal, algo como um drama de uma história sem sal, típicas do seu trabalho de escritor menor; a segunda porque em nada mudaria o destino das estrelas no universo, uma pequena ação em uma rua tão pequena, nada poderia mudar o significado do mundo, porém alguma ação de José Augusto já havia mudado o universo? Ele pesava ambas com cuidado, agindo com uma balança perfeitamente regrada, ele sentia o que cada uma poderia causar: no fim concluiu que ajudar ou não ajudar não importava.
Quem sabe a primeira me compre um lugar no céu. Acreditava no céu? Isso não se sabe, nem ele sabia disse ao certo. José ia à igreja algumas vezes, sabia decorado alguns salmos, o pai-nosso, a ave-maria, credo e mais algumas, o tempo que passara na Eucaristia e em sua Crisma, lhe fora cansativo, porém internalizara bem os comandos de Dona Susana, mas não chegou a concluir se tinha uma fé verdadeira ou imposta, a verdade que nem ele sabia no que acreditava: às vezes se baseava puramente na ciência outras vezes falava de coisas imateriais e justificava com destino e outras coisas assim. Era um ser curioso, um escritor sem muito valor, mas bastante curioso.
Com as dúvidas na cabeça e o sol sobre a cabeça, ele se aproximou da velha corcunda. Senhora quer ajuda? Obrigado, meu filho.- disse abrindo um sorriso com os dentes amarelos, demarcados pela falta de alguns, entre os buracos parecia haver um fogo que ardia de dentro de seu ser. Ele a pegou em sua mão, a mão era fria, como se ele sentisse a mão do falecido que veria no funeral. Cuidadosamente, primeiro um pé e depois um outro, cuidado com os carros. Senhora, não precisa se apressar, vamos devagar. Isso, devagar. A velha somente ficava calada, mostrando seu sorriso furado e amarelo. Enfim atravessaram a rua, com certa lentidão típica daqueles que atravessam para o outro lado da rua. Largou a mão fria já na calçada, olhou os olhos da velha que mais pareciam tragar toda a luz e não emitir nenhuma, desafiando os princípios físicos e disse: A senhora tem que tomar cuidad... Tá falando com quem otário?! Disse um garoto com boné para trás que passava pela rua.
José Augusto desviou seu olhar para o jovem que passou e depois retornou para onde deveria estar a velha, mas ela já não estava mais lá. Olhou para os quatros cantos, a velha desaparecera em meio ao sol quente daquela quinta-feira. Como poeira naquele asfalto, a velha sumira diante do mundo, levada pelo vento quente. Como era de tentar justificar tudo José Augusto formava pensamentos desconexos para tentar compreender aquela história: foi o sol, ele pensava, o calor muda a visão e a realidade, apenas pode ser isso, assim como os prédios distorcidos, a velha não passava de uma distorção da realidade, existem algumas teorias físicas que apontam distorções do espaço-tempo, talvez a velha fosse uma extensão dessas distorções, pensava com a cabeça de um físico teórico. Continuou andando pelas cimentadas ruas, o sol queimava, mas ainda andava com passos firmes, formulando outras teorias sobre as distorções do continuum espaço-tempo. Absorto nessas ideias, ele não percebeu que apesar do sol incidir obliquamente sobre seu corpo, ele não tinha sombra, um fato muito mais curioso, haja visto que a velha caminhava logo atrás dele, sem nenhum som, ou seja seu desaparecimento não valia a pena ser investigado porque já reaparecera. Sob o sol forte, ele, enfim, chegou em frente à funerária, uma casa azul, com algumas flores amarelas na entrada e uma árvore murcha. José entrou fazendo o sinal da cruz.
“José”. Helena, há quanto tempo; Helena usava a típica roupa de viúva; negra, usava um véu sobre a cabeça branco que destoava, mas era o mais típica possível. Havia dois vasos com flores vermelhas na sala, no caixão do defunto, mais flores vermelhas e ao redor vários olhos vermelhos e inchados de choro. Perto do caixão estava a mesma velha corcunda do vestido florido, ela abriu o mesmo desdentado sorriso amarelo e José Augusto atônico, desviou o olhar das chamas que ardiam entres os furos de seu sorriso. O que foi José? Parece que viu um fantasma. Não é nada... não é nada, Helena. Ela tinha o nariz e os olhos verdes avermelhados, possivelmente do choro, pensava José. A idade não havia sido severa com Helena, ela ainda continuava bonita quando nos tempos da juventude. Ela um tanto apressada, com medo de não ter outra oportunidade, ela tirou do bolso uma pequena foto e disse: José, o Leonardo pediu para eu te entregar. Ela então entregou a foto amarelada: José e Leonardo jovens, em tempos de faculdade, sentados sobre o capô de um gol branco, José ria e Leonardo sorria olhando para baixo, o sol incidia sobre o vidro e aquele momento ficou capturado como uma alegre lembrança. Bons tempos, do que será que ele morreu? Eu pergunto? É rápido...ele olhou o nariz vermelho e subitamente sua coragem cedera, não, não pergunto, do que adianta saber, em que isso mudaria a situação?
Ele nunca me contou o porquê de vocês terem brigado, disse Helena com um certo tom de inocência na voz revelando seu inerente desejo de saber o porquê de tão bons amigos terem parado de se falar repentinamente, faz tanto tempo- disse lentamente José Augusto- eu nem lembro o motivo... eu devia ter pedido desculpas, ele olhava para os azulejos à portuguesa do chão. Ele também deveria, disse Helena abrindo um sorriso de complacência, sabendo da personalidade cabeça-dura de seu finado marido. Eles se despediram de uma forma silenciosa, Helena foi receber outros que chegavam, José sentou na cadeira de plástico bamba do canto esquerdo, com a foto na mão direita, que manuseava incessantemente entre os dedos, ele olhava fixamente para o caixão, assim como para a velha. Permaneceu sentando no canto por longos trinta minutos, alheio ao mundo; revivendo o garoto solitário que ficou amigo do garoto popular, dos jovens na faculdade, das alegres brincadeiras e queria lembrar o motivo da briga, mas não lembrava, fixava os olhos cansados sobre a foto, esquecera da velha por um momento, tentava lembrar com todas as suas forças o motivo da briga, mas não lembrava. Revisitando suas diáfanas memórias de amizade e juventude, dos namoros e diversões, de seu melhor amigo improvável, fez com que escorresse, por sua face que já enrugava, uma lágrima, somente uma, mas uma escorreu.
Levantou-se, foi-se embora lentamente, sem ninguém perceber, abriu a porta e saiu da funerária, também fazendo o sinal da cruz. A velha do sorriso amarelo o acompanhou; passou pela árvore murcha e as flores da entrada, sob o sol ainda fervente, voltou ao seu apartamento, alheio ao mundo, despercebendo as mudanças que os prédios sofriam, deixando a forma de prismas retos, para uma forma arredondada e curvada. A velha corcunda que o acompanhava, fazia o papel de sua sombra que inexplicavelmente sumira. José Augusto normalmente iria criar teorias científicas, filosóficas ou qualquer outro motivo para aqueles momentos, porém absorvido no passado que revivia em lembranças não pensava nisso, abriu a porta do seu apartamento que rangeu como um último grito de um moribundo, sentia em seu peito uma necessidade de escrever, sem trocar a roupa, comer ou beber água, encaminhou-se ao escritório, colocou a foto em cima da bancada, sentou em frente ao computador, a velha do sorriso amarelo ficara no canto do cômodo observando-o trabalhar, o seu sorriso era cada vez mais macabro, mas o escritor nada notava, apenas digitava, tudo que sentira naquela revisitação de suas memórias. José Augusto escrevera, até o anoitecer e além, o livro de sua vida: “Duas vozes”, a lua já estava alta e as estrelas cantavam, sentiu um grande sono e caiu sobre o teclado dormindo, com um sorriso escancarado, reconhecendo que escrevera uma obra digna de autores como Proust, Machado e Joyce, quem sabe estaria ele ao lado deles, após aquele livro.
A velha aproximou-se, deu-lhe um abraço e trouxe um pequeno cobertor do quarto para José, por uma última vez ela abriu o sorriso amarelo: É uma história bonita. Parabéns, José Augusto. Disse com sua voz fria e profunda que ecoava em uníssono com o silêncio do quarto frio.
“Duas vozes” virou um sucesso, falava-se dela nas ruas, na tevê, ganhara a aclamação de crítica e público, suas passagens eram recitadas por jovens e velhos e até sua abertura, que para os leitores era tão icônica, virou frase de para-choque de caminhão e tatuagens na pele de muitos que nunca viram o rosto de José Augusto, a frase era mais ou menos assim: “Cuide de suas lembranças, elas são o cemitério que você leva na cabeça”.
“Duas vozes” era claramente uma versão poética de sua amizade com Leonardo e todas as aventuras de infância, juventude e maturidade pelas quais passaram. Os críticos que a aclamaram depois, perceberam facilmente essa criação poética das lembranças e suas semelhanças com a realidade. Assim como destacam que foi escrita na quente quinta-feira do funeral de Leonardo e da morte de José Augusto.
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2019.05.02 01:56 ktivrusky Ele👱: eu amoo

Ele👱: eu amoo Ela👩: o q? 😍 Ele👱: Nutela Ela👩: Aff to saindo 🙄😒 Ele👱: tchau Nutela 😍 Ela👩: ENGRAÇADÃO VC HEIN PALHAÇO? FILHO DA PUTA VOU COMER SEU CU. ARROMBADO DO CARALHO, SUA MÃE ALUGA A BUCETA PRA COMPRAR FIXADOR DE DENTADURA PRO SEU PAI, AQUELE CORNO BROXA. CHIFRUDO, VOU ENFIAR MEU BRAÇO NO SEU ÂNUS E ARRANCAR SEU INTESTINO. LOGO DEPOIS VOU ENFORCAR SUA AVÓ COM ELE, AQUELA VELHA BISCATE QUE FAZ CROCHÊ PRA FORA EM TROCA DE PICA. SUAS TIAS TÊM PÊLO NO DENTE E SUA IRMÃ TEM POLENGUINHO NA VIRILHA, SEU GRANDE FILHO DA PRÊULA. SUA MÃE DAVA LEITE DA CABEÇA DO PAU DO SEU PAI PRA VOCÊ BEBER, FILHO DA PUTA. ISSO MESMO, VOCÊ TOMAVA MAMADEIRA DE PORRA DESDE CRIANÇA. POR ISSO É O RETARDADO MENTAL QUE É HOJE, SEU ZÉ BEBEDOR DE SUCO DE CARALHO. O PADRE TE BENZEU COM ÁGUA PARADA, HOJE VOCÊ SOFRE OS EFEITOS RETARDADOS DO AEDES AEGYPT QUE SE ALOJA DENTRO DO SEU OUVIDO, SEU MONTE DE ESTERCO. SEU AVÔ ARROMBADO USA FRALDA E TE OBRIGA A LIMPAR A MERDA MOLE DELE COM UMA COLHER DE DANONINHO, SEU CAPACHO DO CARALHO. SUA MÃE? FAZ-TE DORMIR COM O REX, AQUELE CHIUAUA FILHO DA PUTA E CHEIO DE SARNA. E DURANTE A MADRUGADA O REX ABUSA SEXUALMENTE DE VOCÊ, ATÓLA A PATINHA DENTRO DESSE SEU CU PELÚDO, SEU FRACASSADO. LEMBRA DA JANDIRA, AQUELA SUA PRIMA MONOTETA? POIS É, ENFIEI UM TACO DE BASEBALL NO CU DELA. A MÃE DELA DEU O FLAGRANTE NA GENTE E AO INVÉS DE FICAR BRAVA, PEDIU O TACO EMPRESTADO. VADIA DO CARALHO ESSA SUA TIA, SÓ PODE TER APRENDIDO COM SUA MÃE, AQUELA BISCATE. QUE ALIÁS, CONTINUA CHUPANDO O CARALHO DO ZÉ DO PACOTE, O TRAFICANTE QUE MORA AÍ DO LADO DA SUA CASA DE BARRO, SEU FILHO DUMA MACONHEIRA VAGABUNDA. O CABELO DA SUA MÃE É TÃO RUIM QUE ELA FAZ CHAPINHA NOS PÊLOS DO SOVACO E USA UM DESODORANTE COM CONDICIONADOR CAPILAR, AQUELA VELHA CARCOMIDA DESGRAÇADA. VOCÊ FOI ENCONTRADO NO LIXO, SEU MERDA. E ATÉ HOJE SUA MÃE PEDE DESCULPAS PRA DEUS PELO PEDAÇO DE MERDA QUE PARIU. ATÉ TE EMBALOU NUM SACO PRETO ANTES DE JOGAR NO LIXO, MAS VOCÊ É TÃO HORRÍVEL QUE UM MENDIGO TE ENCONTROU E QUASE TE COMEU ACHANDO QUE TU ERA UMA LAZANHA, SEU ESCROTO FILHO DA PUTA. SEU PAI VENDE CARTA DE MAGIC ROUBADA PRA JOGAR UMA HORA NA LAN HOUSE E ENTRAR EM SITE DEPOIS ELE SE MASTURBA E GOZA DENTRO DO SEU TRAVESSEIRO. ISSO MESMO, AQUELA MANCHA BRANCA QUE INSISTE EM APARECER TODA VEZ QUE VOCÊ ACORDA NÃO É SUA SALIVA, SEU FILHO DA PUTA. VOCÊ SEMPRE FOI O MAIS ALOPRADO DA CLASSE. LEMBRA QUANDO ENFIARAM UM GIZ NO SEU CU? VOCÊ FICOU UMA SEMANA CAGANDO BRANCO, PARECIA GESSO. E QUANDO VOCÊ IA RECLAMAR COM A PROFESSORA, ELA TE MANDAVA CALAR A BOCA. AQUELA VELHA SEMPRE SOUBE QUE VOCÊ TEM PROBLEMAS MENTAIS, SEU RETARDADO. AÍ VOCÊ TINHA QUE CALAR ESSA SUA BOCA ENQUANTO O GIZ DERRETIA DENTRO DO SEU INTESTINO, HAHA. FRACASSADO, VÊ SE PASSA UMA GILLETTE NESSE SEU BIGODINHO RIDÍCULO. TU PARECES O MANO BROWN, PORRA. E DÁ UM JEITO NESSAS SUAS TETINHAS DE BRIGADEIRO, ELAS ESTÃO COMEÇANDO A FEDER. TODA VEZ QUE EU PASSO DO SEU LADO, SINTO CHEIRO DE CACHORRO MORTO. QUE ALIÁS, SE ASSEMELHA AO CHEIRO DA XAVASCA DA SUA MÃE, AQUELA LEITOA MALDITA. DIZ PRA ELA CONGELAR O FEIJÃO QUE HOJE EU VOU CHEGAR TARDE, SEU PUTO. SEU FILHO DUMA PUTA DO CARALHO SE ENXERGA PORRA… VAI TOMAR NO MEIO DA ÍRIS DO OLHO DO TEU CÚ SEU FILHO DUMA VENDEDORA DE PIROCÓPTERO! SEU PAI VENDE BILHETE DE LOTERIA ESPORTIVA NA FRENTE DA SAPATARIA SEU FILHO DUMA PUTA DO CARALHO! TOMARA Q SUA VÓ ESCORREGUE NO BOX ENQTO TIVER TOMANDO BANHO E CAIA DE TESTA NA SABONETEIRA SEU CORNO DO CARALHO! QUERO MAIS EH QUE VC SE FODA JUNTO COM TODA A SUA FAMÍLIA AKELE BANDO DE CATADOR DE GARRAFA DO CENTRO COMUNITÁRIO! SUA MÃE DA AULA DE MAMULENGO PROS PRESIDIÁRIOS DO CARANDIRÚ SEU FILHO DA PUTA! SEU PAI ANDA PUXANDO UMA CARROÇA PELA CIDADE CATANDO PAPELÃO PRA DEPOIS FAZER UM PACOTÃO E VENDER TUDO POR um REAL! SUA MÃE ENCAPA SEUS LIVROS E CADERNOS COM SACO DE ARROZ TIO JOÃO SEU FILHO DUMA LAVADERA DO CARALHO! SEU PAI VENDE REDE NO FAROL SEU FILHO DA PUTA! SEU VÔ CONSERTA PANELA DE PRESSÃO E AMOLA FACA DE PORTA EM PORTA SEU FILHU DUM PÉ DE AIPIM! SEU PAI FAZ CARRETO DE KOMBI PORRA… CARALHO! VAI TOMA NO CÚ SEU FILHO DA PUTA EH ESSA PORRA DESSE CARALHO ESPACIAL VUANU ATRÁS DE VOCÊ PORRA VAI TOMA NO CÚ CARALHO! QUERO MAIS EH Q VC SE FODA E QUE A TOWNER Q SEU PAI USA PRA TRABALHAR (PERUEIRO FILHO DA PUTA) PEGUE FOGO COM VC, SUA MÃE, SUA IRMÃ, SUA VÓ E MAIS TRÊS CLIENTES… SEM CONTAR TBM Q QUERO Q TENHA INFILTRAÇÃO NO SEU BARRACO TODO! QUERO Q SUA FAMÍLIA TODA SEJA VÍTIMA DUMA EPIDEMIA DE MALÁRIA E FEBRE AMARELA! E DIGO MAIS! DESEJO QUE VOCÊ TENHA CANCER NO CÉREBRO E QUE SUA MÃE CAIA COM O CÚ NA QUINA DA MESA DA SALA! SUA MÃE GUARDA PÉ DE MOLEQUE E SUSPIRO QUE ELA FAZ PRA VENDE EM PACOTE DE MANTEIGA CAMPESINA SEU FILHO DUMA BISCATE RAMPEIRA E SEM DONO DO CARALHO QUERO MAIS EH Q VC MORRA JUNTO COM TODA SUA FAMÍLIA PORRA CARALHO VAI TOMA NO CÚ MERDA VAI SE FUDER… FILHO DUM SACO DE ADUBO MANAH…! SEU PAI FAZ GLOBO DA MORTE DE BARRAFORTE COM SUA MÃE NA GARUPA FILHO DA PUTA! SUA MÃE AGUENTA A TORCIDA TODA DO FLAMENGO SOZINHA E AINDA PEDE BIS SEU CORNO DO CARALHO, FILHO DA PUTA! SEU PAI É FEIRANTE AQUELE CORNO VENDEDOR DE ALFACE! ~~~~~~~~~~~~~~~~> Cuuurtii si voc qria um namoro assim 👌❤️😍😍
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2018.08.08 07:53 PuzzleheadedPin3 Estou no auge da minha solidão

Eu acordo, tomo um banho, vou pra faculdade, sento na cadeira, presto atenção na aula, saio da sala, pego o metrô, volto pra casa, passo o dia inteiro procrastinando e só. Pra minha sorte ainda conto com um irmão, um pai e uma cadelinha, todos muito zelosos mas ainda continuo a me sentir muito sozinho. Minha válvula de escape antigamente eram os jogos online, eu jogava por muitas horas todos os dias, hoje em dia nem videogame eu tenho mais, tentei substituir o vicio em videogames por algo positivo como pintura à óleo e música, mas não me permiti continuar com esses hobbies por muito tempo e novamente voltei à estaca zero. Hoje o meu único momento de interação social (além do meu irmão e pai) é através de sites de livestreaming, assisto à muitas lives na Twitch.tv e esse é o meu único alívio. Tenho amigos sim mas a maioria deles moram longe, não namoro e aparentemente ninguém se interessa por mim, e olha que eu queria muito ter alguém para chamar de namorada. Já vi que o pessoal daqui do reddit tenta ajudar, muitas pessoas já me chamaram para conversar no particular mas eu não consigo levar qualquer conversa pr'além de um oi.
A sensação é de que meu cérebro está me sabotando todos os dias quando acordo.
submitted by PuzzleheadedPin3 to desabafos [link] [comments]


2015.12.31 00:24 amici_ursi Subreddit Stats: portugal top posts from 2014-12-29 to 2015-12-28 16:18 PDT

Period: 364.24 days
Submissions Comments
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Top Submitters' Top Submissions

  1. 2475 pts, 25 submissions: u/Vasco_da_Gamba
    1. Não há nada mais português do que o Desenrascanço (328 pts, 60 comments)
    2. [NSFW] Dizem que a Sara Sampaio tem o peito pequeno. Esta imagem diz o contrário. (319 pts, 67 comments)
    3. Darth à cão (138 pts, 26 comments)
    4. Esperemos que nenhum refugiado seja enviado para Santiago do Cacém (128 pts, 47 comments)
    5. 760? Vai mas è pro caralhinho (120 pts, 20 comments)
    6. Para vos ajudar a refletir (117 pts, 25 comments)
    7. Castelo dos Mouros hoje 14 Novembro.Sintra,Portugal (117 pts, 37 comments)
    8. António Galvão,repórter de imagem da TVI, a ser ajudado por refugiados após carga de gás pimenta da polícia húngara. (108 pts, 53 comments)
    9. Jogo da colher nas bancadas do Vilafranquense-Sporting (91 pts, 10 comments)
    10. De Porcalhota para a Amadora (89 pts, 34 comments)
  2. 1571 pts, 21 submissions: u/Morpheuspt
    1. Um em cada três fumadores é imortal. (192 pts, 17 comments)
    2. Ide votar, sff. (181 pts, 173 comments)
    3. CAMPEÕES CARALHO!!!!! (161 pts, 21 comments)
    4. Telma Monteiro campeã da Europa de Judo, pela 5ª vez. (112 pts, 32 comments)
    5. /PORTUGALCARALHO declara guerra a /epana (91 pts, 34 comments)
    6. Ainda não saiu a noticia, mas as Linhas do Douro, Norte, Oeste, Sintra e Cascais já estão disponíveis no Google Street View (66 pts, 10 comments)
    7. Há quatro anos, isto aconteceu. (65 pts, 11 comments)
    8. Antes do Steve Harvey fazer merda, já nós tínhamos inventado o conceito de atribuir títulos à miss errada. (61 pts, 13 comments)
    9. GNR, Bitchez (60 pts, 41 comments)
    10. Ténis de mesa conquista primeiro ouro para Portugal (59 pts, 5 comments)
  3. 1220 pts, 23 submissions: u/pica_foices
    1. Eurosport garante direitos da Formula 1 em Portugal até 2018 (126 pts, 120 comments)
    2. Universidade de Coimbra cria método 10 vezes mais barato para diagnosticar cancro (90 pts, 1 comment)
    3. Banhista apanhado desprevenido pela TVI num directo (86 pts, 36 comments)
    4. Volkswagen pede desculpas a consumidores portugueses - publicidade no Expresso (66 pts, 64 comments)
    5. A carga fiscal explicada em legos, segundo o PCP (60 pts, 35 comments)
    6. Passos Coelho em 2014: "Há muitos que deveriam pagar os seus impostos e não pagam" (60 pts, 111 comments)
    7. IKEA, a arte de reinventar e vender (59 pts, 18 comments)
    8. o caso Luaty ma imprensa portuguesa: jornais (com vs sem) capitais angolanos (59 pts, 15 comments)
    9. Guimarães: Pai agredido à bastonada à frente da criança (filho) (55 pts, 192 comments)
    10. Passos Coelho de 2015 em debate com Passos Coelho de 2011 (52 pts, 20 comments)
  4. 1011 pts, 12 submissions: u/sotoon
    1. Entretanto nos tempos de salazar... (192 pts, 11 comments)
    2. Morte súbita (144 pts, 39 comments)
    3. Mudanças rápidas e sérias (94 pts, 17 comments)
    4. Como configurar um proxy (91 pts, 21 comments)
    5. CMTV mestre no clickbaiting (85 pts, 12 comments)
    6. Entretanto em Valongo... (78 pts, 21 comments)
    7. Não matem os licranços, são animais amistosos que não fazem mal a ninguém (74 pts, 48 comments)
    8. /Portugal reconhecido internacionalmente (71 pts, 14 comments)
    9. Encontrado num livro de matemática do 12º ano (54 pts, 12 comments)
    10. Árbitro confunde nome de jogador com insulto e expulsa treinador (44 pts, 21 comments)
  5. 970 pts, 16 submissions: u/otanerpt
    1. Pode não ser feriado, mas hoje comemora-se a Restauração da Independência (170 pts, 97 comments)
    2. Morreu o ator Nuno Melo (91 pts, 37 comments)
    3. Fail no Jornal da Uma "Foda-se oh Neves..." (82 pts, 30 comments)
    4. A capa do Record no dia depois da vitória do Nélson Oliveira na Vuelta e de um jogo da Seleção (69 pts, 28 comments)
    5. Ténis: João Sousa volta a fazer história, conquistando o torneio ATP de Valência! (69 pts, 18 comments)
    6. Belenenses qualifica-se para a fase de grupos da Liga Europa (59 pts, 31 comments)
    7. [Resultados] Mini-Sondagem /portugal - Eleições Legislativas (52 pts, 95 comments)
    8. Falha na TVI24: "Mas o programa está a acabar porquê?" (47 pts, 29 comments)
    9. Administrador pressiona governo: RTP 3 e RTP Memória devem passar para canal aberto (47 pts, 16 comments)
    10. Mini-Sondagem /portugal - Eleições Legislativas 2015 (46 pts, 83 comments)
  6. 968 pts, 13 submissions: u/fanboy_killer
    1. Malato, sobrevivente dos atentados de Paris (178 pts, 88 comments)
    2. Só estilo (162 pts, 37 comments)
    3. Pornhub & Portugal – Insights (sfw) (95 pts, 94 comments)
    4. Uber proibida em Portugal (88 pts, 173 comments)
    5. R.I.P. língua portuguesa (77 pts, 56 comments)
    6. Taxista involuntariamente irónico na manifestação anti-UBER (66 pts, 52 comments)
    7. Portugal nº1! Somos o país desenvolvido mais desigual do planeta! (57 pts, 38 comments)
    8. Só ficam a faltar as férias pagas (49 pts, 124 comments)
    9. Estou eu a ver o TED 2 quando de repente... (46 pts, 24 comments)
    10. 9 em cada 10 taxistas que fogem ao Fisco (40 pts, 14 comments)
  7. 868 pts, 14 submissions: u/catrapuz
    1. Fiz uma GIF com o gajo da Madeira (192 pts, 56 comments)
    2. O Vegeta a cantar o fado (89 pts, 6 comments)
    3. HEA Carolina Beatriz Ângelo foi a primeira mulher a votar em Portugal. Em 1911, só era permitido o voto aos "chefes de família que soubessem ler". Invocou em tribunal o direito de ser considerada como tal, pelo facto de ser viúva. (73 pts, 8 comments)
    4. Tou com vontade de comprar estas pantufas só para experimentar isto. (66 pts, 22 comments)
    5. Como eu vejo o /portugal das últimas horas (61 pts, 21 comments)
    6. O cenário para esta entrevista estava original (61 pts, 10 comments)
    7. Cavaco Lee (50 pts, 1 comment)
    8. A 11 de Setembro de 1985 aconteceu o pior acidente ferroviário de Portugal. Duas composições colidiram junto ao apeadeiro de Moimenta-Alcafache a cerca de 100 Km/h, com o nº total de mortos estimado em mais de 100 pessoas. (49 pts, 43 comments)
    9. [HEA]No início do sec.XX, o Leiteiro era uma profissão em Lisboa. Andava pelas ruas com as vacas ou cabras, e vendia o leite ao domicílio, tirado diretamente dos animais. (42 pts, 17 comments)
    10. O motor não pega? Um pouco de perfume é capaz de ajudar (39 pts, 9 comments)
  8. 815 pts, 14 submissions: u/ManaSyn
    1. Um pãozinho é sempre apetitoso, mas... (99 pts, 12 comments)
    2. Lembram-se da minha carrinha roubada? (83 pts, 28 comments)
    3. Estuário do Tejo, por Samantha Cristoforetti, astronauta italiana (66 pts, 2 comments)
    4. Chico esperto (62 pts, 5 comments)
    5. Portugal não consegue travar avanço da vespa-asiática (62 pts, 37 comments)
    6. Os 100 apelidos mais comuns em Portugal (registados no primeiro semestre de 2015). (61 pts, 73 comments)
    7. Há que chamar as coisas pelos nomes (59 pts, 10 comments)
    8. The Strangest, Most Eclectic, Fantastical Palace I've Ever Seen: The Pena Palace, a UNESCO World Heritage Site in Sintra, Portugal (x-post /Europe) (53 pts, 20 comments)
    9. André Carrilho vence World Press Cartoon (52 pts, 7 comments)
    10. HEA que o site de queixas electronicas do MAI tem um botão de pânico para quem estiver a fazer uma queixa às escondidas (52 pts, 12 comments)
  9. 745 pts, 6 submissions: u/tiago1500
    1. The feels (317 pts, 67 comments)
    2. ;( (145 pts, 19 comments)
    3. How Powerful is Portugal? (101 pts, 98 comments)
    4. Encontrei um livro muito interessante! (74 pts, 46 comments)
    5. Depois de ver aquela imagem do NOS Alive(x-post /adviceanimals (68 pts, 15 comments)
    6. TIL José Castelo Branco é primo do António Costa (40 pts, 20 comments)
  10. 701 pts, 10 submissions: u/No_Im_Not_High
    1. Cavaleiros que dizem joelho (144 pts, 35 comments)
    2. Vou só deixar esta imagem aqui, ok? Pronto, é tudo, continuação de bom dia. (94 pts, 7 comments)
    3. "O chefe-editor da Redditor" - é fácil ser "jornalista" no SAPO... (90 pts, 37 comments)
    4. Último esforço pelo Centro de Recuperação do Lobo Ibérico (72 pts, 42 comments)
    5. Portugal ofereceu-se para receber 5 mil refugiados. Só 50 aceitaram (64 pts, 175 comments)
    6. "José Sócrates é um preso político" (52 pts, 37 comments)
    7. Boa promoção no jumbo (50 pts, 9 comments)
    8. (Foi rápido...) Anulada sentença de 3,5 anos de prisão a Maria Lurdes Rodrigues por prevaricação (47 pts, 67 comments)
    9. Como ficaria o parlamento se os mandatos fossem distribuídos apenas pelo total de votos a nível nacional? (46 pts, 91 comments)
    10. [Não é inimigo público] Graça Castanho desiste de candidatura por assinaturas terem sido levadas pelo vento (42 pts, 13 comments)

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  1. u/informate (2790 pts, 928 comments)
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  1. Não há nada mais português do que o Desenrascanço by u/Vasco_da_Gamba (328 pts, 60 comments)
  2. [NSFW] Dizem que a Sara Sampaio tem o peito pequeno. Esta imagem diz o contrário. by u/Vasco_da_Gamba (319 pts, 67 comments)
  3. The feels by u/tiago1500 (317 pts, 67 comments)
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